Saneamento básico no Brasil enfrenta dificuldades para o avanço



O setor de infraestrutura com o menor volume de investimentos no Brasil é o saneamento, mesmo após 10 anos da criação da Lei 11.445, conhecida como a Lei do Saneamento, este seguimento recebeu menos de 10% do total de gastos em obras de infraestrutura feitos no país entre 2007 e 2014, de acordo com uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Uma das razões pelas quais isso acontece, é a falta de prioridade dada ao setor, um exemplo é a obrigatoriedade de elaboração de planos municipais de saneamento básico (PMSB) que tinha como data limite o cumprimento da exigência, o final de 2015, mas foi adiada para até 31 de dezembro de 2017. Outro motivo é a demanda por um maior número de linhas de financiamento. Os valores investidos em saneamento básico não têm tido avanço nos últimos anos, dados do SNIS (Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento), do Ministério das Cidades, indicam que em 2014, o investimento total em água e esgoto foi de R$ 12,2 bilhões passando para R$ 12,7 bilhões em 2015 sendo que a maior parte desses valores é patrocinada pelo governo federal.

Existe um impasse quando são observadas as metas colocadas pelo Plano Nacional de Saneamento Básico para universalizar em 20 anos os serviços de água e esgoto no Brasil em 2013. Para se atingir tais metas, seria necessário o investimento de cerca de R$ 300 bilhões, o equivalente a mais de R$ 15 bilhões por ano.

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