Desastres naturais agravam pobreza e geram prejuízos



Um relatório do Banco Mundial, que foi divulgado durante a cúpula do clima de Marrakesh (COP 22), mostra que a cada ano os desastres naturais geram um prejuízo econômico superior a 300 bilhões de dólares e colocam 26 milhões de pessoas na pobreza.

O documento quantifica os impactos humanos e econômicos dos fenômenos meteorológicos extremos, agravados pelas mudanças climáticas, sobre a pobreza, trazendo evidências de que são muito mais devastadores do que se pensava.

Esse relatório contabiliza o peso desigual dos desastres naturais sobre os pobres. A análise leva em consideração dois fatores: as perdas patrimoniais e as perdas no bem-estar, o que permite analisar melhor os danos para os mais pobres, já que "perdas de um dólar não significam o mesmo para uma pessoa rica do que para uma pessoa pobre".

Além disso, de acordo com o relatório, a América Latina e o Caribe são uma das regiões do mundo mais prejudicadas pelas inundações e secas severas provocadas pelas mudanças climáticas. Em média, as perdas causadas por esses fenômenos chegam a 84 bilhões de dólares por ano.


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