• Dantte Saliba

Desertificação, o impacto mais silencioso das mudanças climáticas



Nos dias 04 e 05 de setembro, os 20 países com a economia mais desenvolvida do mundo (G-20) estarão reunidos na China. A expectativa dos ambientalistas para essa reunião é que sejam discutidas, além das questões econômicas, as questões climáticas, havendo um consenso no sentido de ratificarem o Acordo de Paris, conseguido ao final da Conferência das Partes sobre o Clima, a COP-21.

Entre os danos mais cruéis, e que os ambientalistas esperam que seja discutido, está à desertificação, que é um dos danos menos divulgados por ser silencioso e lento o seu processo de degradação do entorno. O maior fórum dedicado a esse problema na África, continente assolado pela seca e, ao mesmo tempo, vital para a agricultura e a produção dos alimentos, é a Convenção das Nações Unidas para a Luta contra a Desertificação (UNCCD). Neste mês de agosto, entre os dias 15 e 19, a UNCCD e a União Africana se reuniram em Windhoek, no país africano Namíbia, para debater o problema. A reunião aconteceu num momento em que a África está sofrendo uma das piores secas dos últimos 50 anos.

No Brasil, também percebemos os danos referente à desertificação em vários estados, como o Ceará, que há cinco anos está com falta crônica de chuva e a situação dos 89 açudes do estado é crítica, com menos de 10% da capacidade. A estiagem prolongada também tem feito vítimas nos cafezais do Espírito Santo e mais da metade dos municípios do Piauí estão em regime de emergência por causa do problema.


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